jabô
quinta-feira, 4 de junho de 2015
"
Amo o que vejo porque deixarei
Qualquer dia de o ver.
Amo-o também porque é.
No plácido intervalo em que me sinto,
Do amar, mais que ser,
Amo o haver tudo e a mim.
[...]"
Ricardo Reis, Lisboa, 1934
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